
Me descobri no seu corredor e não era o trem errado!
Transformar cotidiano em poesia faz deixar os erros pro passado…
E o que me deve é só futuro, castigo é estar tão longe.
Tão fácil o riso, a intimidade, isso e aquilo…
E a saudade me impede de jogar mais coisas suas pela janela
Se a minha casa já é sua desde quando mora nos meus olhos!
E tudo que está aqui reflete a luz que você dá a ela...
São poucos hoje os versos, mas diversas noites eles saltam dos meus dedos
Que te procuram nos papéis, livros, canetas e segredos…
Enquanto tento escutar direito e mais alto ainda te chamo…
Não me peça então, perdão? Perdamo!...
Transformar cotidiano em poesia faz deixar os erros pro passado…
E o que me deve é só futuro, castigo é estar tão longe.
Tão fácil o riso, a intimidade, isso e aquilo…
E a saudade me impede de jogar mais coisas suas pela janela
Se a minha casa já é sua desde quando mora nos meus olhos!
E tudo que está aqui reflete a luz que você dá a ela...
São poucos hoje os versos, mas diversas noites eles saltam dos meus dedos
Que te procuram nos papéis, livros, canetas e segredos…
Enquanto tento escutar direito e mais alto ainda te chamo…
Não me peça então, perdão? Perdamo!...
Um comentário:
Fernanda,
seu blog é lindo demais!!!
Você diz as coisas de uma maneira bem simples, tudo soa interessante e inteligente na sua poesia; mesmo aqueles fatos mais tristes e apoéticos.
Parabéns, viu
Chicão (vulgo Francisco Guilherme)
Ah, eu também tenho um blog:
www.poesys.blogspot.com
Postar um comentário